Personagens de nossa história
  
Alcântara de Carvalho Neto
Alcântara, neto do seu xará e primeiro escrivão do Cartório do 2º Ofício de Jataí, filho de ex-parlamentar, se valeu do seu cargo de vereador para buscar e programar melhorias do complexo educacional de Jataí. Nesse sentido, reivindicou benfeitorias para educandários da rede municipal, desde aumento no número de salas de aula, quadras esportivas, escovódromo, alambrados, etc.
João Rosa Leal
informações do campo descrição - João Rosa Leal
Geraldo Venério de Carvalho
O Professor Geraldo Venério assumiu uma cadeira na Câmara de Vereadores em 31 de janeiro de 1971. Por ter sido o melhor votado no pleito presidiu a sessão solene que deu posse ao Prefeito recém eleito Dorival de Carvalho e aos demais componentes da 7ª Legislatura. O período legislativo de Venério foi marcado por sérios conflitos políticos, culminando com a divisão da Câmara em duas Mesas Diretoras e uma enxurrada de cassações. Cada Presidente cassava vereadores da outra porque os vereadores de lá não compareciam às sessões.
Nestor Garcia de Assis
Além de político, dentista, fazendeiro e escrivão, Nestor de Assis era músico nato. Além de compor algumas músicas, demonstrava habilidade numa flauta e também clarineta. Quando mais jovem, era seresteiro ao lado de figuras ilustres e amigas de seu tempo como Éximo Alfaix e o Médico Plínio Soares de Camargo. Todos os três compunham suas canções e as executavam nas serestas. Nestor de Assis, na década de 1940, era possuidor da Fazenda Campeira, com 409 alqueires. Sua liderança no meio político o levou à presidência da antiga ARENA em 1971.
José Manoel Vilella Júnior
Vereador que, mesmo sem comparecer para votar, conseguiu dois votos na única urna instalada no município, na eleição para formação da primeira Câmara de Jataí. No pleito, que contava com 58 eleitores inscritos legalmente, somente 17 responderam à chamada do mesário. A eleição primeira de Jataí foi realizada em 28 de dezembro de 1884, no interior da Igreja Matriz.
Ubaldo de Assis
Em 1993, o jovem emedebista Ubaldo de Assis iniciou sua atividade de parlamentar na Câmara de Vereadores com uma enxurrada de requerimentos dirigidos principalmente ao Prefeito Nelson Antônio da Silva, muitos dos quais levaram a assinatura de todos os componentes da Casa pela importância do assunto requerido. Durante os quatros anos de sua Legislatura, Ubaldo de Assis apresentou e teve aprovados 202 requerimentos.
Miguel Gonçalves da Silva
Miguel Gonçalves foi um líder espiritualista servindo pessoas de todas as classes. Sua popularidade e serviço prestado à comunidade o levaram a tornar-se vice-prefeito ao lado do titular Antônio Soares Gedda. Seu mandato teve início em 31 de janeiro de 1959 e se estendeu até 31 de janeiro de 61.
Alcides Peregrino Fazolino
O vereador e médico Cidão, conhecedor dos problemas de saúde do seu município, pleiteou, até com insistência, a criação de ferramentas laboratoriais para a prática eficaz da Medicina em Jataí e quase nada conseguiu, infelizmente.
Gênio Eurípedes Cabral de Assis
Gênio Eurípedes tem uma característica bastante curiosa, diferente de todos os vereadores que já passaram pela Câmara de Jataí. Os textos de seus requerimentos e de outros papéis têm muito a ver com expressões despidas de ornatos formais, mais parecendo diálogo descontraído entre velhos amigos ou como se estivéssemos lendo uma de suas obras. Exemplos: E as nossas praças? -- "Credo! Nunca vimos situação pior!" -- "É reversível a crise financeira da Prefeitura ou o boi já foi pro brejo com a corda e tudo?" -- "Como há gente preguiçosa e descuidada em Jataí!" Essas expressões não podem ser avaliadas isoladamente; tem que conhecer o texto em que foram inseridas, e aí vamos perceber que se trata de método modernizado de encarar as coisas sérias.
Paulo Melo
O jovem Paulo Melo, eleito suplente de vereador pelo MDB, embora convocado pelos arenistas liderados por Antônio Soares Gedda, se recusou tomar posse na Câmara de Vereadores, naturalmente para expressar seu descontentamento pela cisão desnecessária do Legislativo local.
Acácio Zaiden
Acácio Zaiden foi um vereador polêmico, mas deixou um trabalho de fôlego no Legislativo. Como secretário da Câmara, elaborava as atas e era mestre em escrever uma coisa e na hora da aprovação do que escrevera ‘lia’ outra, como se fosse o texto. Não há comprovação documental dessa denúncia, mas a suspeita foi levantada pelos ex-vereadores Galeno Godoy, Antônio Gedda e Augusto R. da Silva. Seu conhecimento das entranhas da administração pública de Jataí fez desse parlamentar osso duro de roer.
Eurípedes de Assis
A última versão da Lei Orgânica do Município teve sua promulgação no período de Eurípedes de Assis, em 1990. Encerrado seu mandato na Câmara, assumiu a Secretaria Municipal de Transportes. Em 1997 aliou-se a Humberto Machado e foi eleito vice-prefeito de Jataí.
Elizardo Benevides
O emedebista Elizardo Benevides foi convocado em fevereiro de 1969 pelo então presidente Epaminondas Vieira Cunha para o lugar do vereador Diogo Lemes de Lima, da bancada do MDB, que se licenciara por um período de onze meses para tratar de assuntos particulares.
Adilson Carvalho Moraes
Adilson Moraes era morador do Conjunto Rio Claro. Em vista disso, sua atenção e insistência redobrada em busca melhoramentos para seu setor é mais que louvável, lembrando que mereceram e foi dado apoio a cidade como um todo. Um fato que sem dúvida marcou sua passagem pela Câmara foi um comunicado dirigido ao Legislativo em 13 de dezembro de 2004, levando ao conhecimento da Casa haver, em atendimento verbal, conseguido com o Governador Marconi Perillo nomear o novo conjunto habitacional Colmeia Park 2 para Conjunto Residencial Mauro Antônio Bento.
José Tosta de Carvalho
José Tosta de Carvalho, filho de Alcântara de Carvalho, primeiro escrivão do Cartório do 2º Ofício de Jataí, era um dos principais comerciantes da cidade. A GALERIA SÃO JOSE, nome fantasia da empresa, foi instalada em 1976. Zé Tosta, como era chamado, trabalhava com relógios de alta qualidade e artigos para presente. Estes dois produtos eram o carro-chefe da empresa. A sede do estabelecimento ficava ao lado do Banco do Brasil, local de sua residência. Nos arquivos do Departamento de História da Câmara não existe documento relativo a José Tosta de Carvalho, a não ser registros nos livros de atas do seu período.
Abel Ribeiro Camelo - Bispo
Dom Abel era natural da cidade de Bonfim (Silvânia), onde nasceu em 22 de setembro de 1902. Filho de Damaso Ribeiro Camelo e Maria Abadia Camelo. Foi o primeiro Pároco da Catedral de Goiânia e o primeiro goiano elevado à dignidade episcopal. Em 26 de Março 56, o Papa Pio XII assinou ato no Vaticano elevando a Prelazia de Jataí à categoria de Diocese e no ano seguinte, nomeou Dom Abel Ribeiro Camelo como primeiro Bispo Diocesano de Jataí. Sua posse aconteceu somente no dia 08 de maio de 1957, na Igreja do Divino Espírito Santo, bem como a instalação canônica da Diocese.
Híldio de Carvalho
O Sr. Híldio Carvalho não tem condições de ser um Vereador. – Isto foi o que disse seu colega de Câmara, Epaminondas Vieira Cunha, conforme registra ata da sessão realizada em 16 de setembro de 1966. Esse era o nível dos debates entre parlamentares dos antigos partidos UDN e PSD. Naquela época, vereador não media consequência para acusar ninguém, seja com fundo de verdade ou não. A propósito, na sessão de 14 de dezembro de 64, Híldio de Carvalho, numa troca de acusações com o Vereador Acácio Zaiden, disse: Conheço a atitude do Vereador Secretário que está num e noutro partido político, conforme o interesse. De dia é funcionário público. De noite, nesta Casa, procura fazer seus companheiros de joguete.
Antônio Cândido de Carvalho
Antônio Cândido, filho de José Carvalho Bastos, depois de mudar-se para Mato Grosso, depois de separar-se da esposa, tornou-se um dos mais importantes desbravadores da região diamantífera do Rio das Garças. Manteve contatos com vários agrupamentos indígenas, o que o tornou defensor dos índios, notadamente dos bororos, com os quais mantinha relação amistosa..Antônio Cândido de Carvalho era pai de Antônio Miranda de Carvalho.
Abdon Fernandes Carvalho
O suplente de vereador Abdon Fernandes, empresário de renome no ramo da contabilidade em Jataí, foi convocado para assumir uma cadeira no Legislativo, mas declinou da convocação e renunciou ao mandato em 1º. de abril de 1959.
Jerônimo Garcia Santana
Um jataiense que brilhou lá fora. Formou-se advogado em Minas Gerais e de lá foi para Rondônia ser líder político. Filho de tradicional família de Jataí, irmão do empresário José Garcia (Bebida Goiana), tornou-se o primeiro prefeito de Porto Velho e em seguida chegou ao posto de Governador de Rondônia, o primeiro na história daquele Estado. Para coroar sua carreira política elegeu-se Deputado Federal três vezes em 1970, 1974 e 1978.
Silvestre Carvalho
Em 1932, Jataí carecia de meios de comunicação quando surgiu na cidade pequeno grupo de sonhadores decidido a dotar a cidade de serviço de telefonia. O Prefeito da época, Manoel Balbino de Carvalho, chamou os interessados e deu a eles todo apoio para que a iniciativa fosse explorada. Uma comissão foi formada, tendo à frente o Engº Agrônomo Silvestre Carvalho e mais Vasco Coutinho (eletricista) e Epaminondas Vieira Cunha. No convênio firmado com a Prefeitura, a comissão estabelecia 20 anos para usufruir dos rendimentos da rede. Esta notícia saiu no jornal O Liberal que circulava na ocasião. Este semanário nunca voltou ao assunto.
Abdo Araújo Póvoa
Abdon Araújo foi um dos pioneiros da área de saúde em Jataí, na década de 1920 e 30. Conforme se lê no O Liberal de sua época, o Dr. Abdon era um médico caridoso e socorria a classe mais humilde com muita dedicação, chegando a fornecer medicamentos aos pacientes, em alguns casos. Por causa dessa forma de trabalhar, tornou-se um nome comentado na sociedade, resultando em sua eleição a uma vaga na Câmara de Vereadores.
Abel de Carvalho - Eng.
O Engº Civil Abel de Carvalho era filho de Josias Quirino de Carvalho e Maria Cândida de Carvalho (irmã gêmea de Joaquim Cândido de Carvalho). Nasceu em Jataí a 26 de dezembro de 1922. Casou-se com Claudete Carvalho Carneiro, filha do ex-vereador Walkírio Carneiro Barros e Balduína Carneiro Carvalho. Desse enlace nasceram 10 filhos. Abel era fazendeiro agropecuarista.
João Wesley Cabral de Moura
O Vereador João Wesley tentou inovar procedimentos na economia das famílias mais humildes de Jataí, ao propor um projeto no mínimo inusitado. A ideia era formar uma cooperativa entre usuários da CELG e SANEAGO com o objetivo pagar as contas pelo fornecimento de água e energia elétrica com materiais recicláveis, como latas de alumínio, papel, garrafa pet e outros, colhidos pelos membros da cooperativa.
Geovaci Peres de Castro
A instituição da Associação de Apoio a Pacientes com Câncer em Jataí, denominada FAVOS, pode ser considerada um dos maiores eventos na história do Legislativo local, ato que foi coroado com as bênçãos dos jataienses. A iniciativa original coube ao vereador Geovaci Peres de Castro.
Cidália Vilela
Uma vereadora que, amparada ou não pelo poder Legislativo Municipal, se fazia de redentora dos enfermos pobres nos hospitais, das famílias pobres nas vilas distantes e dos que simplesmente se valiam de sua bondade para alimentar-se graciosamente no seu lar, no seu fogão de lenha com panelas pretas. Um exemplo de mulher solidária que soube enxergar na classe dos mais humildes sua filosofia de vida.
Sinval de Barros Mello
Sinval foi eleito suplente de vereador para a 3ª Legislatura que teve início 01 de fevereiro de 1973. Irineu Carvalho, integrante da Casa, pediu seis meses de licença para tratar de assuntos de seu interesse. Nessa oportunidade, o Presidente Antônio Soares Gedda determinou que se convocasse o 1º suplente do PSD, Sinval de Barros Mello. Este só compareceu à Câmara na sessão de 06 de agosto de 56 e não mais retornou. Com isso o titular, Irineu Carvalho, renunciou à licença a que tinha direito e retornou à Câmara.
Epaminondas Honório Campos
Epaminondas Campos não foi um prefeito qualquer. No exercício de chefe do Executivo, numa época em que a Prefeitura vivia com as finanças esfaceladas, criou o Departamento Municipal de Estradas de Rodagem. Ao final do seu governo comprou da Igreja Matriz uma área de 24 alqueires e metade dela foi cedida à Igreja Presbiteriana para construção de um estabelecimento educacional, dando origem ao tradicional Instituto Samuel Graham - ISG.
Eudes Assis Carvalho
Ti Eudes, em mais de três décadas de magistério, uma vida de evangelização, sua campanha contra o suicídio e o aborto, sua maneira exemplar de ser, tudo isso justificou sua passagem por aqui.
Ariosto de Almeida Cunha
Na sessão do dia 02 de fevereiro de 1957, o suplente de vereador Arioldo Cunha foi convocado para assumir a vaga do titular Filogônio Garcia de Freitas que se licenciara. Ariosto não compareceu e nas atas das sessões seguintes não consta qualquer comentário a respeito de sua ausência. Em consequência, foi chamado o suplente Sinval de Barros Mello e este comunicou ao Legislativo Municipal a impossibilidade de assumir o cargo.
Adolpho Sindulpho Teixeira
Dr. Sindulpho Teixeira foi Juiz de Direito da Comarca de Jataí, onde estabeleceu um elo de respeitabilidade no setor jurídico e no meio social pela seriedade sempre demonstrada no trato com suas atividades profissionais.
Semi de Assis
No início de 1983, Semi de Assis recebeu um ofício no mínimo curioso, o qual foi prontamente atendido. O sindicato dos Bancários de Jataí mandou ofício a Semi solicitando que se fizesse com que o prefeito municipal sancionasse lei tornando feriado municipal 28 de agosto, dia dos bancários. Para justificar tal pretensão disse o parlamentar: "Entendemos que a classe é merecedora de nossos aplausos e apoio e nada mais justo e até humano do que atender o pedido". O bacharel Semi de Assis foi o vereador mais votado em 82, exerceu mandato de 83 a 88.
Benedito Domingos Coscia
Dom Benedito, enviado ao Brasil em 1950, serviu inicialmente como Vigário Paroquial em Anápolis, Goiás, por sete anos e, de 1957-1961, como Pároco, professor do nível secundário e superior do convento OFM em Pires do Rio, Goiás. Sua ordenação episcopal teve lugar em Brooklyn a 21 de setembro de 1961. Retornando ao Brasil, tornou-se Bispo de Jataí, Goiás, de 1961-1965. Foi nessa época que ele convidou as Irmãs Franciscanas dos Pobres a abrirem uma missão no Brasil, recebendo pessoalmente as Irmãs pioneiras em Pires do Rio.
Filogônio Garcia de Freitas
Vereador presidente na 3ª Legislatura. Filó Garcia, além de pioneiro na criação de gado nelore no Sudoeste goiano, fez com que o governo criasse o Parque Nacional do Formoso.
Geovan Freitas Carvalho
Em visita à vizinha cidade de Mineiros, Geovan chegou à conclusão de que a água consumida naquela cidade é a mais barata do país. Para comprovar sua constatação disse que 15m3 pela Saneago custa Cr$ 13.844,90. Pelo Saae de Mineiros o mesmo volume d’água vale apenas Cr$ 2.250,00, uma diferença escandalosa de 450%. Por tudo isso Geovan pensava até em promover em Jataí um plebiscito pela municipalização da água. Obs.- O serviço de tratamento e distribuição de água em Jataí foi entregue à Saneago pelo prefeito Dorival de Carvalho através de convênio assinado pelas partes em Goiânia, em 27 de julho de 1972.
José Ramos de Oliveira
Em 1985, José Ramos de Oliveira deu entrada num requerimento com o seguinte conteúdo: vem mui respeitosamente solicitar do Sr. Prefeito Nelson Antônio da Silva a construção de uma Sede para o Teatro Municipal. Haja vista que nossa cidade e região são riquíssimas em cultura, e como cultura é ciência, não podemos deixar que esses astros trabalhem em vão, sem as mínimas condições de realizarem suas peças.
Eufrásio Pereira Rocha
Dentista protético licenciado pelo Departamento de Saúde Pública de São Paulo. Eufrásio tentou e não conseguiu isentar contribuintes aposentados, viúvas e necessitados do pagamento de tributos municipais (1979). Um vereador preocupado com o bem-estar da comunidade e por isso um dos campeões na apresentação de requerimentos na sua época.
Adilson Carvalho
Adilson de Carvalho, bisneto de João Manoel de Carvalho, um dos cinco vereadores quando da instalação da Câmara em 1885, fez da política seu projeto de vida, ao levar para os bairros e comunidades reivindicações dos munícipes que lhe chegaram às mãos ao longo de seis Legislaturas. Esse comportamento, aliado ao seu instinto natural de bem servir, pode justificar sua presença constante na Câmara de Vereadores.
Afonso de Oliveira (Afonsinho)
Eleito suplente de vereador desistiu do mandato ao ser convocado. Afonsinho era excelente futebolista da Jataiense nos anos de 1950.
Paulo da Silva Vieira
Professor Paulo da Silva Vieira foi um ídolo da juventude de Jataí. Educado e muito solícito soube conquistar a amizade dos jovens que sempre o cercavam. Seu carisma o tornou em Jataí um dos maiores nomes no meio estudantil, principalmente no Colégio Estadual Nestório Ribeiro, onde exercia o cargo de diretor.
Dolorita Macedo de Oliveira
Uma das fundadoras do antigo MDB. A ex-vereadora Dolorita, única mulher a participar do Conselho Arbitral da Confederação Goiana de Futebol, em 1984.
Manoel da Costa Lima
Um jovem político cheio de entusiasmo que a fatalidade tirou de cena no início de sua carreira.
Morandir Machado de Souza
Morandir era casado com Stael Carvalho, filha caçula do ex-vereador do antigo PSD, Silvestre Carvalho. Seu objetivo como vereador era buscar melhorias para a área social e recuperação da malha viária do município, mas sua grande luta ficou marcada na defesa do patrimônio histórico e cultural de Jataí.
Divaldo Pereira Soares
No final do seu mandato na Câmara de Vereadores, em 1996, o vereador e radialista Divaldo Pereira Soares solicitou à Mesa Diretora a expedição de um Título de Honra ao Mérito para a Rádio Difusora de Jataí. Com o objetivo de justificar sua pretensão, um detalhado histórico da existência da emissora, desde a sua criação, foi incluído na solicitação, matéria esta que servirá aos estudiosos sobre os primórdios do sistema eletrônico de comunicação de Jataí. O requerimento contou com a aprovação unânime da Câmara.
Nivaldo Souza Moraes
Um vereador sempre preocupado com o bem-estar da comunidade. Sugeriu que a Câmara enviasse ofício ao Senador Henrique Santillo sugerindo-lhe proceder estudos no sentido de apresentar projeto de emenda constitucional, estendendo imunidades aos vereadores para que esses não sejam presos, salvo em flagrante delito, nem sejam processados sem licença da Câmara a que pertence.
Aristóteles de Rezende
Dr. Aristóteles de Rezende, ex-prefeito nomeado e vereador do Legislativo jataiense, teve seu mandato cassado em 1948 pela Justiça Eleitoral porque, ao ser eleito, exercia o cargo de médico-chefe do Posto de Serviço de Lepra. Para seu lugar foi convocado o suplente José Pereira Rezende. Este foi o primeiro caso de cassação acontecido na Câmara de Vereadores de Jataí.
Diogo Lemes de Lima
Diogo Lemes assumiu o cargo de vereador em 31 de janeiro de 1967 e seu mandato se estendeu até 31 de janeiro de 71. Diogo teve uma participação discreta como parlamentar, mas era um cidadão de elevado conceito moral.
Waldemar Zaiden
Waldemar Zaiden nunca foi um homem de formação política, daqueles de tapinhas nas costas. Seu jogo no meio social era fundamentado na sua indiscutível liderança assentada no carisma que lhe era natural. Essa característica - e só ela – lhe rendeu espaço na Câmara de Vereadores na 1ª Legislatura, iniciada em 1947. Não importa se foi o menos votado (135 votos) entre o grupo dos nove parlamentares eleitos; José Pereira Rezende, com grande bagagem política, da mesma legenda (UDN) não o suplantou (115 votos), permanecendo na suplência.
Marcondes de Godoy
Marcondes de Godoy, construiu o estabelecimento escolar que hoje leva o seu nome, numa época em que a educação fundamental não constava da cartilha educacional de Goiás. A maior obra de Jataí até então foi projetada por um construtor de renome em Uberlândia e foi iniciada sem recursos suficientes nos cofres da Intendência.
Edgar Carneiro de Souza
Edgar Carneiro apresentou requerimento propondo a criação do Departamento Municipal de Estradas de Rodagem. Os vereadores presentes à sessão rejeitaram a ideia. Na ocasião, isso deu o que falar.
Erasmo Rosa da Silva
O Projeto de Assentamento Iris Rezende Machado foi sempre o foco das atividades que guiaram as ações do vereador Erasmo no Legislativo de Jataí, desde benefícios conseguidos na municipalidade até inclusão do complexo em programas assistenciais do governo. Pode-se dizer que o estado de desenvolvimento a que chegou o Assentamento, do qual é morador, deve muito a esse cidadão.
Roberto de Souza
No primeiro ano do mandato do Vereador Roberto de Souza, mais precisamente em nove de maio de 1989, foi apresentado por este parlamentar requerimento um tanto curioso: a aquisição de um caminhão pipa para ser utilizado na lavagem de ruas após as chuvas. Em suas justificativas, afirmara o Vereador que “É desolador o aspecto de nossa cidade, após as grandes chuvas. São ruas e avenidas cheias de detritos de toda espécie, trazidos pelos enxurros. Ele, o veículo, é acionado tão logo cesse a chuva, lavando toda a cidade em pouco espaço de tempo deixando-a limpa e com aspecto bem melhor.”
Izálter Francisco de Souza
Izálter Francisco, ícone respeitado no setor de comunicação de Jataí e do Estado, prestou serviços de relevada importância à cidade e ao município através sua cadeira na Câmara de Vereadores. Suas iniciativas como parlamentar mostraram o peso das propostas de conteúdo prático direcionadas quase sempre à administração municipal, incluindo aqui solicitação à Mesa Diretora medidas de contenção de despesas da própria Casa.
Sidney Ferreira
O líder udenista Sidney Ferreira, um dos vereadores mais atuantes da Câmara de Jataí, reclamava que "a Câmara tem vivido num verdadeiro recuo social, sem a devida projeção que deveria ter. Chama a atenção para o fato de a Câmara estar sendo desmoralizada pelo não cumprimento por terceiros de Leis aprovadas nesta Casa." Ao longo da história, observa-se que raramente a relação Câmara e Prefeitura foi exemplo harmônico de unidade, de trabalho. Os prefeitos Carvalhinho, Júlio de Souza Cunha, César de Almeida Melo e Mauro Antônio Bento são exemplos vivos dessas beligerâncias. O povo lá fora, sem entender nada da briga, é quem perde.
Leodegária Brazília de Jesus
Leodegária de Jesus, quando adolescente, fez parte das festividades solenes para comemorar a passagem de Jataí de vila para cidade. De acordo com uma publicação da época, o correspondente do jornal, ao descrever o evento, disse: "Às 12,30h saiu do palacete da Escola Pública o batalhão escolar composto de todos os alunos e alunas da escola pública do município. Na frente e do lado direito seguia a jovem Leodegária Brazília de Jesus, trajada com as cores nacionais, representando a República, levava um rico pavilhão nacional."
Domingos de Oliveira França
Domingos França, não foi só um exemplar chefe de família moldado na amplidão dos campos da fazenda Nova Aurora, na antiga São Sebastião da Pimenta. Domingos França, mais conhecido por ‘Minguinho’, não foi só o providencial farmacêutico 24 horas por dia naquele mundo onde praticamente não existia assistência médica; Minguinho foi também campeão do votos ao ser eleito vereador duas vezes em Jataí, nos anos de 1946 e 51 e em mais quatro pleitos em Itarumã, 1962/66/70/72.
Olavo Sérvulo de Lima
Olavo Sérvulo de Lima foi o primeiro a implantar em Jataí a criação racional de porcos, avicultura e apicultura, movido unicamente pelo ideal e inspirado na simplicidade que lhe era peculiar. Era um ecologista nato demonstrado no trato com animais e plantas. Sua chácara, montada na área suburbana, foi modelo em organização e variedade de plantas ornamentais ou frutíferas. A chácara do Olavo era ponto de visita obrigatório de turistas. Em 1961 concorreu a uma vaga na Câmara de Vereadores pela legenda do antigo PSD e conseguiu ser um dos mais votados.. Seu período de parlamentar foi até janeiro de 1954, sempre na condição de vice-presidente do Legislativo..
Bento Franco de Souza
Na avaliação do Vereador Bento Franco de Souza, a contribuição mais significativa do seu mandato foi o pedido de construção, via requerimento, da chamada Ponte do Gerva, sobre o Rio Claro, ligando o município de Jataí ao de Caçu, sua terra natal.
Lindomar de Carvalho
Em 1976 a Rua Rio Verde, foi escolhida pelo vereador oposicionista Nelson Antônio da Silva para levar o nome de Avenida Presidente Juscelino, como homenagem ao ex-presidente que havia falecido pouco antes. O projeto de lei que faria a alteração do nome só não se concretizou porque o vereador Lindomar de Carvalho (conhecido com Capucho), o único a opor-se à ideia, criou todo tipo de dificuldade, fazendo com Nelson pedisse a retirada de seu projeto.
Gildenício Francisco dos Santos.
O baiano Gildenício, natural de Caribe, fez do seu mandato de vereador ferramenta para abrigar famílias sem teto, sem nada. Seus requerimentos, se não pedem casas ou escrituras, são talhados na busca de dispositivos que complementam o ato ambicioso de ‘morar’.
Carlone Alves de Assis
O Vereador Carlone de Assis foi um dos parlamentares que sempre pleiteava a criação de incentivos para as áreas do esporte, cultura e assistência social do município. Um de seus argumentos para justificar seu trabalho dizia que "muitas vezes à mercê de donativos irrisórios".
José Pereira Rezende
José Pereira Rezende, mais conhecido por Zequinha Paniago, foi um dos políticos de Jataí de maior reconhecimento de austeridade pela população no trato com a coisa pública. Foi no seu governo como intendente (1923/27) que os jataienses pela primeira vez tiveram em suas casas água potável, energia elétrica e ligou a cidade à rede de telegrafia. Zequinha Paniago ainda exerceu a vice-intendência nos mandatos de Izidoro Coimbra Ramos e Clarindo Joaquim de Mello.
André Pires do Nascimento
André do Nascimento, também conhecido por André da Galera, começou a trabalhar como office-boy e posteriormente comerciário. Foi na Câmara de Vereadores que seu espírito de esportista se materializou ao propor a instituição do programa Bolsa Atleta Municipal. A ideia que objetivava amparar esportistas, embora de cunho social, não teve apoio devido pelo poder público.
Francisco Ferreira de Souza (Prof. Chiquinho)
Professor Chiquinho, nasceu na Fazenda São José, Município de Jataí. Era filho de Abadio Ferreira de Moraes e Maria Vitória da Conceição. Trabalhou até aos 15 anos de idade ajudando nas roças, e como cozinheiro de turma por sete anos. Professor Chiquinho aprendeu a escrever na areia e em folhas de bananeira, até que, em 1928 seu pai arrumou um professor para lecionar na fazenda. Sua mãe lhe fez um caderno costurando na máquina folhas de papel almaço. Em 1929, aprendeu a profissão de carpinteiro e ferreiro com um tio que lhe ensinou as quatro operações fundamentais da matemática e teve contato com os primeiros livros.
Areno Rocha Vieira
Vereador do antigo MDB, Areno Rocha foi o segundo mais bem votado na eleição de 1976.
Cilene Maria Moraes Guimarães
Em 1995, Cilene Guimarães elegeu-se presidente da Câmara de Vereadores de Jataí, voltando a ocupar o cargo pela segunda vez em 1997, quando se tornou a primeira mulher a presidir o Legislativo Municipal Jataiense. Em 2006, deputada estadual com 18.606 votos de diversas regiões de Goiás; destes, 12.523 sufrágios, conquistados em Jataí; sendo a primeira mulher representante do município no Parlamento Goiano.
Marcos Bittencourt Ferreira
Um jovem vereador integrado às organizações de moradores de bairros e de particulares carreando benefícios junto aos setores governamentais, principalmente à Prefeitura de Jataí.
Mauro Antônio Bento
"Viajo no tempo e me vejo, em 1976, na pele de um jovem advogado de 27 anos, recém-ingresso no então MDB do saudoso Ulysses Guimarães. O assunto do ano, em Jataí, era a eleição para a Prefeitura. Predominavam em praticamente todos uma certeza: a Arena (que virou PDS e PDC) vai eleger o próximo Prefeito; e uma dúvida: quem vai amargar a derrota pelo então fraco MDB?... Na Arena, muitos políticos fortes buscavam vagas para a candidatura. No MDB, era a vaga que estava atrás de um candidato. Aceitei o desafio. Minha característica e minha formação me levam sempre a aceitá-los, quando eles visam o bem comum. Reuni forças, entusiasmo e muita coragem e me lancei à luta para vencer."
Júlio de Souza Cunha
Na década de 1930, como Presidente da Câmara de Vereadores, Júlio Cunha exerceu o cargo de Chefe do Executivo em três oportunidades. Logo depois, em 1939, o Governo de Goiás o nomeou Prefeito de Jataí e sua administração foi até março de 1945. Sanear as contas municipais foi uma de suas grandes obras.
Augusto Rodrigues da Silva
Em 1969, designado pela Câmara e Prefeitura, Sr. Augusto foi até Brasília reivindicar uma unidade do Exército para Jataí. Depois de expor seus argumentos, a autoridade militar que o recebeu prometeu que sua solicitação seria atendida dentro de cinco anos, na verdade, a instalação se deu seis anos após.
José Carvalho Bastos
Em virtude da Proclamação da República, alterando a ordem política no Brasil, o Governo de Goiás nomeou Carvalho Bastos Presidente do Conselho de Intendência, em 05 de fevereiro de 1890. Os atos mais significativos de seu mandato foram sancionar a lei nº 2, de 31 de outubro de 1893. introduzindo novo Código de Posturas e na mesma data e a de nº 04, criando o Distrito de Santa Rita do Araguaia.
Fernando Henrique Peres
Depois de exercer o mandato de Vereador, Fernando elegeu-se Prefeito de Jataí. Seu mandato foi de 31 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008. O fato que mais marcou a administração do Fernando foram as articulações objetivando a vinda para Jataí da empresa COSAN, atual RAÍZEN, fato que colocou o município no cenário alcooleiro nacional. Um político que, para se fazer prefeito, conseguiu reunir em torno de seu nome uma coligação formada de nove agremiações políticas, fato até então inédito em Jataí.
Mauro da Costa Lima
"Nasci em Jataí-GO no ano de 1.929. Minha profissão é agropecuarista, mas minha verdadeira paixão é a música. Sou Guitarrista desde os 12 anos e por destino me tornei harpista aos 22, além disso, sou poeta e compositor."
Cleidinaldo Carneiro de Almeida
Nascido em Dourados-MS, em 25 de outubro de 1965, o homenageado formou-se em zootecnia pela Faculdade de Uberaba-MG. Ele também se especializou em reprodução animal nos Estados Unidos e criou em Jataí a Nelangus Genética e a Vivenda Nelore/Fazenda San Francisco. Ele fundou ainda a Vivenda Goiás Empreendimentos Imobiliários.
Joaquim Cândido de Carvalho
Na década de 1920, Joaquim Cândido era um político que não se alinhava com o sistema de governo dos Caiado. Em vista de seu radicalismo, foi duramente perseguido e roubado pelo Delegado Regional enviado para Jataí por Brasil Caiado. Procurado em sua fazenda, e como não se encontrava naquele momento, o arbitrário delegado espancou familiares, inclusive um deficiente físico que lá morava. Um automóvel Ford, modelo 29, zero quilômetro, foi indevidamente apropriado pelo delegado para facilitar seu "trabalho" em Jataí e na antiga Serra do Cafezal.
José Feliciano de Carvalho
Ainda, a propósito da morte de José Feliciano, seu amigo Leo Lynce escreveu no jornal O JATAHY: “José Feliciano não era um homem qualquer. Cavalheiro distinto, possuidor das mais belas qualidades de caráter e coração; político de valor próprio; amigo dos pobres e dos fracos, apesar de rico e poderoso, o seu nome se impunha ao respeito e às simpatias de todos”.
Dorival de Carvalho
Dorival de Carvalho foi o Prefeito que oficializou novo símbolo para o município, em 04 de janeiro de 1971, e mandou confeccionar bandeiras que foram distribuídas aos estabelecimentos de ensino do município e entidades que atuavam no município. O Engº Dorival de Carvalho foi um administrador que primava pela retidão na tarefa de administrar o Executivo Municipal.
João Batista Melo
Depoimento de uma filha de João de Melo: "Me lembro que gostava muito de pescaria e de vida no campo. Os filhos estudaram nos melhores Colégios. Tayrone estudou em S. Paulo e Goiânia. Eu fui matriculada no Bom Conselho. Fiz Universidade depois de casada e já com filhos. Naquela época, os pais pensavam que as filhas não precisavam de muito estudo e sim de preparo para serem donas de casa. Tinha uma sapataria e era bem de vida. Não era rico, mas tinha uma vida financeira boa. Possuía uma boa casa na Avenida Goiás. Foi à falência quando se envolveu na política, pois somente os desonestos se enriquecem com a politicagem."
Lísias Arantes
Mineiro de Uberlândia, jovem médico laureado na área de Pediatria, o ex-vereador Lísias Arantes se tornou Cidadão Jataiense por iniciativa do Vereador Eulando Faria Borges, em 13 de abril de 1993.
Valdeman Valdir Martins da Silva
“Eu acho que um homem sério não precisa estar de posse de um mandato político para poder fazer pelo seu povo; o incentivo ao crescimento da cidade, as obras sociais, a filantropia são responsabilidades de todos nós, políticos ou não”. Valdeman iniciou seu mandato em 1989 e se estendeu até 92.
Eulando Faria Borges
Mineiro de Santa Vitória-MG, um dos fundadores da Vila Progresso, foi agraciado com o título de Cidadão Jataiense em 1993, pela relevância de serviços prestados ao Município.
Joaquim Arnaldo de Carvalho (Gerês)
Gerês era filho de Jerônimo Ottoni de Carvalho. Trabalhou cerca de dez anos como agente ou representante do atual INSS, em Jataí. Desempenhava essa função com muita dedicação, chegando a deixar sua empresa comercial em segundo plano. Elegeu-se vereador por duas vezes, alcançando a presidência do Legislativo Municipal.
Geraldo Maia
Geraldo Maia foi vereador da 4ª Legislatura, de 1959 a 63, pela legenda do antigo PSD. O início dessa Legislatura se deu em 01 de fevereiro de 1959, no entanto Geraldo passou a frequentar a Câmara somente a partir da sessão de 01 de abril, dois meses após.
Herculano José Carneiro de Mendonça
Herculano Carneiro foi uma das grandes culturas a colaborar com os pioneiros na formação de Jataí. Conhecedor das leis que regiam o Estado de Goiás quando no exercício do cargo de deputado da Assembleia Legislativa Provincial, ajudou a elaborar o primeiro Código de Posturas da Câmara de Vereadores de Jataí, um documento de valor extraordinário pela simplicidade de seu texto e pelos ditames curiosos apresentados.
Izidoro Goulart de Andrade
Izidoro Goulart foi nomeado professor primário de uma escola no antigo Distrito de Caçu pelo Prefeito Manoel Balbino de Carvalho, em 1932. Como Izidoro não compareceu no estabelecimento para assumir o cargo, Carvalhinho acabou por destituí-lo em janeiro de 1933.
Abimael de Souza Silva
Um jovem que pelos seus esforços se fez repórter, que se fez vereador atuante, que se fez apresentador de TV em sua cidade.
Daniel Lima de Souza
Vereador eleito para a sétima Legislatura que foi de 31-01-1971 a 31-01-1973. Nos arquivos do Departamento de História da Câmara não há cópia de requerimentos do vereador arenista Daniel Lima de Souza. No entanto, suas atividades registradas aqui são constantes dos livros de atas do período correspondente. A atividade parlamentar de Daniel Lima foi marcada por conflitos políticos, culminando com a instalação de outra Câmara sob a presidência do Vereador Antônio Soares Gedda, da qual Daniel Lima participou.
Galeno Godoy Garcia
Galeno Godoy Garcia foi vereador da 5ª Legislatura, de 1963 a 67, e teve participação ativa como um dos líderes da antiga UDN. Na sua cadeira de oposicionista, mostrou-se moderado e comedido às ações do governo do Prefeito Cyllenêo França. Galeno Godoy, sobrinho do ex-intendente Marcondes de Godoy, foi um dos primeiros a levantar questão sobre o estado deplorável do Cemitério São Miguel. Outros parlamentares entraram no assunto e foi ventilada a construção de novo campo santo, entre outras soluções.
José Leopoldino de Moraes
Em fevereiro de 1969, o suplente de vereador José Leopoldino de Moraes foi convocado para a vaga de Nivaldo Souza Moraes que se licenciara pelo prazo de 10 meses. O Suplente José Leopoldino não compareceu para assumir o cargo.
Angelino Francisco Barros
A experiência de vida imposta à sua caminhada o fez Advogado e Vereador. No Parlamento, a qualidade e o alcance de seus requerimentos sempre dava guarida à assinatura de seus pares.
Flávio Ottoni de Carvalho
Dr. Flavinho, por ter frequentado escola de ensino superior no Rio de Janeiro, ao retornar à sua terra por motivos de saúde, passou a dedicar-se na arte de escrever. Para tanto, usava o jornal O Jatahy, do qual era um dos proprietários, para combater as mazelas da administração municipal e outros setores da vida no município. Um dos pontos atacados por ele foi o baixo salário pago aos professores da rede municipal. No entanto sua argumentação, somente em 1925 os professores tiveram seus salário majorados pelo intendente José Pereira Rezende. Como forma de homenagear este cidadão, a Academia Jataiense de Letras o tornou patrono da cadeira número três, ocupada atualmente por Dorival Carvalho Mello.
Honorato de Carvalho
O forte do intendente Honorato de Carvalho estava na área da Educação. Graças a ele, vieram para Jataí os professores Pedro Salazar Moscoso da Veiga Pessoa e Eleutério de Souza Novaes, ambos de formação superior. Honorato também participou ativamente da fundação do Colégio Ateneu Jataiense, sob a orientação do Professor Antônio d’Alcântara Lambert e criou o Instituto Municipal, primeira escola em Goiás a usar uniforme para seus alunos.
Juarez Pereira de Freitas
Um jataiense especializado em artes gráficas que se tornou vereador numa ocasião e circunstâncias adversas, fatos que não lhe deram chance de mostrar aos seus conterrâneos sua capacidade de promover o bem social pregado na sua campanha política. Encerrada essa etapa, a febre do ouro de Serra Pelada o levou para a cidade paraense de Itaituba, onde encerrou sua permanência aqui sem concluir seus projetos de vida. Juarez faleceu em 1995 na sua cidade adotiva.
Eurípedes Franco de Moraes
Ex-presidente do Legislativo de Jataí. Mais tarde, morando em Goiânia, se candidatou à Câmara de Vereadores daquela cidade e sonhava, se eleito, construir a sede própria da Colônia Jataiense em Goiânia.
Durval Rodrigues Chaves
Valico - para não dizer Durval Rodrigues Chaves – era uma figura emblemática no meio social de Jataí. Sua maneira simples de lidar com as pessoas, sua natureza carismática de que era dotado, o tornou uma criatura apreciada pelo jataiense e esses predicados foram seu maior cabo eleitoral para vencer duas eleições para a Câmara de Vereadores; nem foi preciso saber que ele era do antigo PSD e parceiro de Serafim de Carvalho.
Alan-Kardec de Rezende
Político histórico de Jataí das fileiras da antiga UDN. Seus discursos na Câmara eram carregados de aversão ao pessedismo, embora se tratasse de um cidadão da mais alta respeitabilidade.
Walkírio Carneiro Barros
O Odontólogo Walkírio Carneiro exerceu a Prefeitura, na condição de Prefeito nomeado, de 27 de dezembro de 1945 até 09 de abril de 46. A exemplo de seus antecessores, praticamente nada foi feito, além de manter a máquina funcionando. Além do período de administração ser muito curto, a Prefeitura não tinha recursos em caixa, embora tivesse um volume muito grande de encargos a receber dos munícipes. Para dificultar ainda mais, na ocasião, o Brasil penava com as consequências econômicas acarretadas pela Segunda Grande Guerra.
Ediglan da Silva Maia
Eleito Presidente da Câmara em 2005, instituiu a Câmara Itinerante e proporcionou aos munícipes uma integração permanente com o Poder Legislativo. Realizou audiências públicas, sessões itinerantes nos bairros e serviços prestados às famílias de baixa renda com a feitura de carteira de identidade, CTPS, cópias de documentos, regularização de CPF, fotografias, corte de cabelo, assessoria jurídica, aferição de pressão arterial, exames de diabetes, desenho, música e dança para os menores. Enfim, foram realizadas 23 Câmaras Itinerantes e mais de 49 mil pessoas atendidas.
Dirles Fernandes de Rezende
O vereador Dirles Fernandes foi um dos nove vereadores a aprovar projeto de lei autorizando a Prefeitura receber, mediante escritura, doação do imóvel onde se acha instalado o então Distrito de Aparecida do Rio Doce, sem encargos para o Município. Esse assunto foi discutido e aprovado na sessão de 06 de agosto de 1973.
Antônio Soares Gedda
Gedda foi um político essencialmente conservador. Formado em Direito foi o primeiro filho de Jataí a fazer parte da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Goiás. Nesta entidade, Gedda se manteve filiado durante 72 anos. A realização do inventário do líder político Zeca Lopes foi feito por Gedda.
Plínio Sebastião Ortiz Oliveira
Plínio Ortiz, natural de Palmeiras das Missões-RS, era um vereador de larga visão empresarial. Não é errado dizer que uma das principais metas exploradas por Ortiz durante o seu mandato dizia respeito a vários convites a grandes empresas para instalação de indústrias nesta região, aproveitando a abundância de lavouras na época e a facilidade de escoamento das safras em virtude de rodovias federais e estaduais que cruzam o Sudoeste de Goiás, notadamente Jataí. Um exemplo foi o envio de correspondência à Empresa Overtril - Óleos Vegetais Treze Tilias Ltda, com endereço na Capital Paranaense.
Ariston Quirino de Moraes
Ariston, um ex-parlamentar que se ausentou da política para se despontar um dos maiores e mais respeitados criadores de gado nelores de Goiás.
Beltrônio Ferreira de Melo Filho
O Vereador Beltrônio Melo Filho chegou à Câmara em 1989 e até o final de seu mandado apresentou a elevada soma de 365 requerimentos, quase sempre versando sobre os mais diversos assuntos ligados à administração do Prefeito Mauro Antônio Bento. Durante sua passagem pela Presidência do Legislativo de Jataí teve aprovado título de Cidadão Jataiense ao então Presidente da República Fernando Collor de Mello, numa iniciativa dos vereadores Roberto de Souza e Cilene Maria de Moraes Guimarães.
Carlos Alencar Arraes
Um cidadão que aportou em Jataí trazendo consigo esperança adornada com trabalho constante. Seu modo simpático e carismático de ser contribuiu para torná-lo um pecuarista de sucesso cercado por grande círculo de amizade. Em vista de seu trabalho e seriedade, a Câmara de Vereadores lhe concedeu o título de Cidadão Jataiense.
Geraldo Maia
Geraldo Maia foi vereador da 4ª Legislatura, de 1959 a 63, pela legenda do antigo PSD. O início dessa Legislatura se deu em 01 de fevereiro de 1959, no entanto Geraldo só compareceu na sessão de 01 de abril, dois meses após.
Soraia Rodrigues Chaves
Soraia Rodrigues possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás (1988). Especialização em Gestão Escolar. Ex-Presidente da Câmara Municipal de Jataí, professora titular da Universidade Federal de Goiás.Coordenadora Pedagógica no IPSG pela Secretária Estadual de Educação. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, cidadania, aprendizagem, escola e plano de desenvolvimento.
Cloves Carvalho Barros
Antes de entrar na política, Cloves Barros era fazendeiro bem situado, proprietário de vasta área de terras agricultáveis pelas bandas da Fazenda São Pedro. Mais tarde, se aventurou no setor comercial, como sócio, instalando em Jataí primeiro grande supermercado no sistema peg epag denominado Lavourão.
Orlando Aniceto de Rezende
O suplente de vereador Orlando Aniceto chegou à Câmara de Vereadores pelos próprios méritos e pelos exemplos de vida no convívio com a sociedade jataiense. O que ele não sabia é que na ocasião de sua posse o Legislativo havia desprezado sua identidade histórica por uma aventura que resultara em prejuízo ao parlamento local com tantas convocações e cassações sem amparo do bom-senso e da legalidade.
Maria Euzébia de Lima - Bia
Maria Euzébia de Lima, mais conhecida como BIA, exercia na Câmara de Vereadores de Jataí a Presidência da Comissão de Educação, Cultura e Assistência Social. Na verdade, seu principal papel como parlamentar foi voltado pelas causas do trabalhador de todas as áreas, notadamente do setor educacional, talvez por ser professora e culturalmente preparada. Outro foco que dominou nas duas Legislaturas seguidas de que participou foi interferir em temas ligados à área federal e estadual, e tentando inserir as lideranças do município de Jataí nas discussões em evidência nas instituições e eté no Congresso Nacional.
Nestório de Paula Ribeiro
Nestório Ribeiro não era somente jornalista, escritor, poeta e amante de Jataí. Seu objetivo de vida era abrir seu coração aos jovens através de ensinamentos aprendidos ao longo de sua tumultuada existência. Um dos prazeres desse cidadão era transmitir ensinamentos de temas burilados por ele. Interrogado por seus alunos sobre ensino de esperanto – também chamada de língua artificial – prometeu especializar-se na matéria e transmiti-la, não nas salas de aula, mas através do jornal O Liberal, no qual Nestório escrevia.
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